1 de fev de 2008

Instantâneo

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Renoir
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não sou a imagem que buscas fixar
na objectiva do espanto não me vês
porque não podes
a quietude é uma velocidade vertiginosa
entre um oscilar de pálpebras e outro
orbitei o universo
regressei ao ponto de partida
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e não são meus
os aromas de bosque no espaço
onde antes fui eu
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3 comentários:

Camila disse...

Olá Leonor, tudo bem? Sou amiga da Luciana (do Gabriel), vi seu recado no blog dela e vim conhecer seu espaço. Gostei muito.

Um beijo e até breve,
Camila

irene disse...

Soledade Santos? Que gde poeta, gostei já de 2...espero ler mais a partir de hoje, vou pesquisar...bjs,Leonor, ainda não vi nenhum poema ruim aqui, todos...(de mim não posso falar,claro)muito bons pra quem vive desse estímulo! irene vieira

soledade disse...

Fico sem jeito... Obrigada, Leonor. E obrigada, Irene.