4 de jul de 2008

(ouvindo Murilo...)

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A palavra nasce-me
fere-me
mata-me
coisa-me
ressuscita-me

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Murilo Mendes, Poesia Completa e Prosa. Editora Nova Aguilar, p. 738
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5 comentários:

Dois Rios disse...

Maravilhoso Murilo Mendes.
E o nosso Drummond ainda diria:
"Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.
Uma flor nasceu na rua!"

Beijos,

Roseane, disse...

Muito bonito isso. Gostei. Tenha um ótimo final de semana amiga!

Sonia Regly disse...

Lindoooo!!!! Leonor, aqui respiro cultura!!!! Muito gostoso seu Espaço!!!!

Tina disse...

Oi Leonor!

A palavra mata, tenha certeza. Basta acreditar. É da vida.

beijos e bom fim de semana,

Dalva Maria Ferreira disse...

Bonito...