. Em todas as janelas me debruço, em todos os abismos estendo uma corda e caminho sobre o nada. Também ando sobre as águas, subo em nuvens, galgo intermináveis escadas. Abro todas as portas e cavernas com um sopro ou três palavras mágicas. Mergulho em torvelinhos, danço no meio do vento, pulo dentro da tempestade. Em cada encruzilhada me sento e tento arrumar o destino, estranho castelo de areia.